A revolta é tanta que não cabe em palavras, mas caberia em atos, não é mesmo? Então, porque um povo tão revoltado como o nosso (pelo menos falo pelos cariocas), não bota a boca no trombone, porque não vai a luta e faz uma mobilização para tentar alguma coisa? É fácil falar o quanto sofremos no meio de transporte como o trem da supervia que mais parecer que estar transportando uma boiada para o abate do que pessoas para o trabalho. O metrô então nem se fala, me sinto uma sardinha sendo assada. Também temos os ônibus com motoristas loucos que não andam porque sempre temos um engarrafamento (todo santo dia). Essas coisas são de conhecimento geral dos cariocas, mas o que o pessoal faz? Lá no japeri (trem da supervia) o povo quebra tudo e acha que está fazendo algo certo. Completamente errado, só está mostrando o que os governantes já pensam de nós, que somos animais e por isso somos tratados como tal. E o que fazer? tem gente que pensa que reclamar não adianta, talvez uma pessoa só fazendo isso o efeito seja pequeno, mas e se todos fizessem reclamações diárias, enchesse a caixa de email, o telefone ou a caixinha de sugestões de qualquer empresa com reclamações e sugestões para a melhora do serviço? Aí sim alguém poderia começar a prestar atenção, pois não será apenas uns gatos pingados, mas todo o povo de uma cidade. Protestar é importante e devemos procurar meios de mostrar nossa insatisfação para com o nosso governo que anda mal das pernas, mas bem dos próprios bolsos, afinal, aqueles bolsos estão gordos com o nosso dinheiro e a gente aqui igual rato na jaula tentando labutar, sofrendo a cada dia por poucas migalhas e muita ingratidão. Tem gente que se acomoda e acha que nada tem solução, mas as coisas não são bem assim. "Uma atitude de amor e carinho de cada vez", essa frase foi dita por Morgan Freeman no filme o todo poderoso e nunca mais saiu da minha cabeça. Quando agimos de forma correta, fazemos a nossa parte e mostramos bondade tudo pode ser mudado, porém, muitos pensam que não se deve fazer nada, não se deve mover a bunda e ir a luta. Já ouvi muitos "deixa que outra pessoa faz", "isso não é problema meu" e "ah, eu não posso fazer nada", tudo isso quando podemos falar, expressar nossos sentimentos, ajudar e buscar ajuda. Erga a mão e faça algo por si próprio e para o próximo e verá como as coisas podem ser diferentes. Quanto aos nossos governantes, creio que ainda surgirá uma boa alma esperta o suficiente para arrumar a bagunça que vocês estão fazendo com a nossa cidade. Nada dura para sempre.
Relicário das Sombras
sábado, 3 de março de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
A maldição do tigre...e que tigre!
Seria mais um romance bobo adolescente??? Foi exatamente o que pensei quando peguei o livro, admirando a bela capa. Então fiquei um pouco mais aliviada quando li a sinopse e vi um enredo um pouquinho diferente e mesmo que mantenha aquela pitada de melação adolescente, me interessou. Primeiro fato porque a história se passa inteiramente na índia, contando boa parte da história cultural e religiosa do país. Segundo por que os personagens principais são maiores de idade (a mocinha faz 18 logo nas primeiras páginas e eu já estava de saco cheio de adolescentes espinhentos com complexos).
Bom, creio que Collen Houck acertou na narrativa, rica em detalhes, rápida e que lhe prende inteiramente, permitindo que você viaje junto com os personagens.
Kelsey é uma jovem que procurava um emprego de verão e foi acabar trabalhando num circo. Lá ela conhece o tigre branco (não é siberiano) chamado Dihren a quem ela carinhosamente apelida de Ren. Ela se apaixona pelo animal, conversando, lendo e fazendo companhia para o mesmo, pois ela sabia que o animal enjaulado vivia entristecido pelo cativeiro e era assim que ela se sentia desde que os pais morreram em um acidente de carro pouco tempo antes.
Ren é um homem encantador, sedutor e um típico cavalheiro. Criado com o irmão a barra da saia da mãe, foi educado para entender o povo e saber o que o mesmo precisava. Era um lindo príncipe e iria se casar em breve com uma jovem chamada Yesubai, mas a mesma estava apaixonada por seu irmão Kishan.
Ren e Kishan cairam na armadilha de um homem chamado Lokesh e foram amaldiçoados com as formas de tigres.
Ren e Kells seguem pela india desvendando os mistérios colocados em seus caminhos a fim de quebrar a maldição.
O resto galera só lendo para saber.
É uma história apaixonante e envolvente, com um pingo de frescura e um tigre sedutor tentando sua presa.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
CBO??? Bonito só na foto.
CBO????
Hoje após uma longa e dura jornada cansativa de trabalho, decidi que ir para a cozinha era a última opção desejada. Ainda no trem pensei que o ideal era comer alguma tranqueira engordativa de rua que me faria satisfeita pela noite toda e culpada no dia seguinte. Meu marido já no centro de bangu a minha espera teve a grande idéia (pois é, na hora foi maravilhosa) de comer o novo sanduíche do mc donald's, o tal do CBO. A princípio eu ri do nome CBO ( Código Brasileiro de Ocupações) e só mais tarde eu vi o chiken, bacon and onion. Me pergunto se não teve alguma mãozinha ai nesse nome ou se é coincidência...... bem, fico com a primeira opção.
Pois é, a foto estava bonita, chamativa, fazendo meu estomago se revirar de fome. No caixa pedi duas promoções do CBO, que de promoção não tem nada, porque pagar quase 18 reais é um abuso. Porém, a fome além de negra socava minha barriga. O trio veio, uma coca geladinha, batata crocante como sempre e um sanduíche nada parecido com a foto. Ele é menor e parece murcho, tadinho.
Bem, com todo carinho possível dei a primeira dentada, o chiken fez aquele crock sonoro e ficou nisso. O gosto????? sei lá onde foi parar, sumiu no meio da maionese porque só ela tinha gosto ali. O pão estava borrachudo, mas isso pode ser daquela filial apenas. Mesmo assim, o sanduiche não tem gosto, se perde em meio a cebolas e bacons murchos e sem sabor algum.
Pra bom entendendor de M maldito, volto a ficar com o big tasty...isso sim é que é sabor.
Sempre sua
Arbex
Bloody Kisses
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Aventuras de RPG........ inssanus
Aventuras de RPG parte - 1
Mesa de lobisomem narrada por meu caro amigo Uiller. Pois bem, essa mesa se iniciou a um bom tempo atrás, mas ficou absurdamente interessante cinco mesas atrás quando descobrimos que eramos a "maldita" matilha dos fúria do apocalipse, enfim reencarnação da safada matilha que causou a guerra da fúria. Apanhamos, nos fu..., fomos escurraçados de tudo quanto é maneira. Pobres garous de posto 2 e nada mais. Minha persona uma jovem atriz rica chamada Ravenna, crinou a pouco mais de um mês e já sente o peso das vidas garous que se encontram sob sua responsabilidade. Sofreu inicialmente com o que era e com os outros membros que seria sua matilha. Descobriu-se uma presa de prata mais forte do que imaginava. A persona da kátia Truehild uma forte cria de fenris, grávida atualmente de gêmeos, portadora de um formidável fetiche martelo e esposa de Ully, hoje é uma grande irmã para Ravenna. Também temos a personagem da Carol e do Pedro, dois theurges uivadores brancos, fortes e que são a familia de Ravenna.
No início o convívio dos quatro foi um tanto turbulento e complicado. Quando a matilha ainda sem ser uma matilha de verdade se reuniu com o pai de Ravenna na floresta que era domínio dos gurau fomos atacados por uma pequena leva de dançarinos da espiral, lutamos e derrotamos os mesmos. Depois nos encontramos com alberich e outros garous. O mesmo tentou nos humilhar e nos rebaixar porque eramos novos demais e por sermos os fúrias do apocalipse. Porém, minha persona sem nada saber direito sobre o universo garou não permitiu que ele fizesse isso, ofendendo-o e se sentindo a dona da parada, o rei dos garou queria púni-la, mas um uivador com dons de bastet não permitiu e saimos dali para a umbra logo após um novo ataque de dançarinos. Já na umbra fomos seguidos por colossus que numa tentativa frustrada tentou nos pegar. Espertos como somos fugimos porque o bicho era pica das galaxias e nós meros ratinhos na frente dele. Fomos para uma pequena cidade onde nos encontramos com Ukio um ancião portador da luz interior que foi o único que nos deu um pouco de valor e com ele estava Terry,um garou que possuia o todo poderoso dolar. Na pequena cidade nos foi contado tudo o que vinha acontecendo, que a Wyrm iria atacar com tudo, para dar um fim a nação garou. Então ravenna decidiu ceder sua mansão em Londres para a criação de um Caerne onde poderiamos recvrutar garous para a batalha e assim não seriamos ofendidos nem rebaixados por "sermos" a reencarnação da matilha culpada pela guerra da fúria. Pois bem, seguimos todos para a mansão...
Continua.
Mesa de lobisomem narrada por meu caro amigo Uiller. Pois bem, essa mesa se iniciou a um bom tempo atrás, mas ficou absurdamente interessante cinco mesas atrás quando descobrimos que eramos a "maldita" matilha dos fúria do apocalipse, enfim reencarnação da safada matilha que causou a guerra da fúria. Apanhamos, nos fu..., fomos escurraçados de tudo quanto é maneira. Pobres garous de posto 2 e nada mais. Minha persona uma jovem atriz rica chamada Ravenna, crinou a pouco mais de um mês e já sente o peso das vidas garous que se encontram sob sua responsabilidade. Sofreu inicialmente com o que era e com os outros membros que seria sua matilha. Descobriu-se uma presa de prata mais forte do que imaginava. A persona da kátia Truehild uma forte cria de fenris, grávida atualmente de gêmeos, portadora de um formidável fetiche martelo e esposa de Ully, hoje é uma grande irmã para Ravenna. Também temos a personagem da Carol e do Pedro, dois theurges uivadores brancos, fortes e que são a familia de Ravenna.
No início o convívio dos quatro foi um tanto turbulento e complicado. Quando a matilha ainda sem ser uma matilha de verdade se reuniu com o pai de Ravenna na floresta que era domínio dos gurau fomos atacados por uma pequena leva de dançarinos da espiral, lutamos e derrotamos os mesmos. Depois nos encontramos com alberich e outros garous. O mesmo tentou nos humilhar e nos rebaixar porque eramos novos demais e por sermos os fúrias do apocalipse. Porém, minha persona sem nada saber direito sobre o universo garou não permitiu que ele fizesse isso, ofendendo-o e se sentindo a dona da parada, o rei dos garou queria púni-la, mas um uivador com dons de bastet não permitiu e saimos dali para a umbra logo após um novo ataque de dançarinos. Já na umbra fomos seguidos por colossus que numa tentativa frustrada tentou nos pegar. Espertos como somos fugimos porque o bicho era pica das galaxias e nós meros ratinhos na frente dele. Fomos para uma pequena cidade onde nos encontramos com Ukio um ancião portador da luz interior que foi o único que nos deu um pouco de valor e com ele estava Terry,um garou que possuia o todo poderoso dolar. Na pequena cidade nos foi contado tudo o que vinha acontecendo, que a Wyrm iria atacar com tudo, para dar um fim a nação garou. Então ravenna decidiu ceder sua mansão em Londres para a criação de um Caerne onde poderiamos recvrutar garous para a batalha e assim não seriamos ofendidos nem rebaixados por "sermos" a reencarnação da matilha culpada pela guerra da fúria. Pois bem, seguimos todos para a mansão...
Continua.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Hatsune Miku
Vocaloid é um software de síntese de voz desenvolvido através de um projeto de investigação entre aUniversidade Pompeu Fabra, na Espanha e Yamaha, que apoiou financeiramente o desenvolvimento e, mais tarde desenvolveu o software para o produto comercial "Vocaloid". Ele usa tecnologia de sintetização de voz gravada especialmente de atores ou cantores. Para criar uma canção, o usuário deve ter a melodia e a letra. Um piano de interface é usado para introduzir a melodia e as letras podem ser inseridas em cada nota. O software pode alterar a ênfase das pronúncias, adicionar efeitos como vibrato, ou alterar a dinâmica e o tom da voz. Cada Vocaloid é vendido como "um cantor em uma caixa" projetado para funcionar como um substituto para um cantor real. O software é destinado a músicos profissionais, bem como outros usuários até agora têm vendido a ideia de que os únicos limites são as habilidades. Hatsune Miku é uma das muitas vozes sintetizadas, provavelmente a mais famosa. ..invenção de japonês, mas especificamente da Yamaha.
Assinar:
Postagens (Atom)










































